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BLOCO K – Sua empresa está adequada para essa nova obrigação?

Você provavelmente já ouviu sobre o Bloco K, mas você sabe o que é e do que se trata?

A implantação do Bloco K é uma ação da Receita Federal que tem como objetivo diminuir a sonegação fiscal, ato considerado crime, de acordo com a lei N° 4.729, de 14 de julho de 1965.

Trata-se de uma das partes de informação do SPED Fiscal ICMS/IPI, que constitui no livro eletrônico de Registro de Controle da Produção e do Estoque.
O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque é destinado à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento, correspondentes às entradas e às saídas, à produção, bem como às quantidades dos estoques de mercadorias. Logo, o Bloco K está diretamente ligado ao estoque e ao controle de produção, fornecendo informações em tempo real sobre a produção, insumos e estoque final já escriturado (com descontos de entradas e saídas).

Com a chegada dessa obrigação, as empresas terão uma fiscalização mais rigorosa sobre os seus processos.

Todas as indústrias, ou empresas equiparadas a indústria, e estabelecimentos atacadistas serão obrigados a enviar de forma digital para a Receita Federal o Livro de Registro do Controle de Produção e do Estoque, através do arquivo digital SPED Fiscal EFD-ICMS/IPI.
Foram estabelecidos prazos para que o Bloco K entre em vigor em definitivo, e alguns deles começaram a valer a partir de 1° de janeiro de 2018. Contudo, nem todas as companhias estão preparadas para isso e a não observância das exigências legais pode resultar em multas e dores de cabeça com a Receita Federal.

E sua empresa, já está preparada para a implantação do Bloco K ?

Muitas empresas ainda não se deram conta de que esta nova obrigação exigirá não apenas a implantação de um sistema capaz de gerar os arquivos eletrônicos, mas também a revisão e adaptação de processos e regras de negócio no processo produtivo e de gestão de estoques para atender a nova legislação.
O ideal é que a implantação do Bloco K seja tratado como um projeto estratégico e com o envolvimento direto das áreas de negócio responsáveis pelos processos produtivo, engenharia, gestão de estoques e fiscal da empresa. Portanto, fique atento aos prazos não deixe para última hora!

O SGE está preparado para a geração do Bloco K e oferece o suporte necessário para que as empresas atendam as novas exigências legais de forma prática e precisa. Além disso, contamos com uma equipe de consultoria especializada que poderá auxiliar sua empresa em todo este projeto.

Entre em contato conosco, agende uma visita, tire todas as suas dúvidas sobre o Bloco K e saiba como a Insoft pode ajudar a sua empresa nesse processo.

Complicou? A Insoft descomplica! – CONCILIAÇÃO BANCÁRIA

Toda empresa realiza transações financeiras no seu dia a dia como pagamentos, recebimentos, transferências, investimentos, entre outros. Dependendo do volume destas transações os extratos bancários podem não refletir com exatidão a sua posição financeira no período.
O processo de comparação dos extratos bancários com os controles internos da empresa, chamado de conciliação bancária, permite garantir a exatidão os valores disponíveis nas contas. Qualquer diferença nos valores durante a conciliação poderá ser resolvida através de lançamentos complementares e estornos.
A conciliação bancária é de suma importância para a saúde financeira de sua empresa, pois por meio dos saldos bancários, os administradores tomarão decisões estratégicas para o negócio com base em valores fidedignos à realidade financeira da empresa.
O SGE da Insoft dispõe dessa importante ferramenta para tornar o seu dia-a-dia mais produtivo. Integrado aos cadastros do contas a pagar, contas a receber, fluxo de caixa e o módulo contabilidade, o SGE permite conciliar extratos bancários importados com os lançamentos internos da empresa.
Interessados em saber mais sobre esta ferramenta? Entre em contato conosco.
Saiba mais sobre o SGE: http://insoftinformatica.com.br/erp/sge

Conheça o documento que substituirá o Cupom Fiscal!

A Emissão da NFC-e – Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica tem como objetivo substituir o uso do tradicional cupom fiscal. Com a substituição dos atuais documentos em papel, utilizados no comércio, reduzindo custos de obrigações acessórias aos contribuintes e ao mesmo tempo possibilita o aprimoramento do controle fiscal.

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A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) tem como objetivo oferecer uma nova alternativa para os documentos fiscais que registram operações em que o destinatário seja consumidor final. Uma alternativa totalmente eletrônica, a NFC-e possui validade jurídica garantida pela assinatura digital do remetente, para o controle e fiscalização do varejo, semelhante ao padrão da Nota Fiscal eletrônica (NF-e). Assim que emitida, a NFC-e pode ser consultada digitalmente, permitindo a conferência da validade e autenticidade do documento fiscal recebido.
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Gestão mobile para empresas: quais são as vantagens?

Acessar informações que facilitem a gestão da sua empresa por meio de qualquer dispositivo móvel, de forma segura, atualizada, com gráficos que facilitam a interpretação a qualquer momento que você necessite. Essa possibilidade parecia um sonho há poucos anos atrás, não é mesmo? Pois hoje isso já é viável e, ao contrário do que muitos pensam, não custa caro.

Já existem no mercado soluções envolvendo sistemas de gestão empresarial online com funcionalidades disponíveis para celulares e tablets. Assim, de qualquer lugar e em qualquer hora, os gestores podem acessar informações cruciais para a tomada de decisão.
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CEST – exigência é prorrogada para outubro de 2016

O CONFAZ por meio do Convênio ICMS 16 /2016 (DOU de 28/03) adiou para 1º de outubro de 2016 a exigência do CEST.

O CEST – Código Especificador de Substituição Tributária, instituído pelo Convênio ICMS 92/2015, promete diminuir os conflitos sobre a tributação do produtos no que tange ao ICMS.

Embora ainda não seja obrigado informar o CEST no documento fiscal, a lista de produtos sujeitos à substituição tributária divulgada pelo CONFAZ (Convênio ICMS 92/2015, alterado pelo Convênio ICMS 146/2015) acabou com a liberalidade dos Estados incluírem mercadorias no regime.
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Qual a vantagem do eSocial para o empresário, trabalhador e governo?

Muito se tem dito e várias opiniões têm se formado em torno do novo projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), o eSocial. Assim como é conhecido, o eSocial (Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas) tem sido motivo de atenção das empresas e empregadores pessoas físicas no Brasil, pois o projeto traz uma nova ideologia de prestações de contas ao governo, com envio de informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias “online” através de sistemas de informação.

Essa grande mudança fará com que empresas e empregadores alterem completamente seus métodos de capacitação de dados de seus empregados e as formas de prestações de contas quanto a pagamentos realizados, serviços prestados, serviços tomados, segurança do trabalho, entre outros.

Esse novo programa tem como principais objetivos simplificar o cumprimento das obrigações principais e acessórias exigidas pela fiscalização do trabalho, pelas regras do FGTS, pela legislação do seguro social e previdenciário e até do Imposto sobre a Renda visando garantir aos trabalhadores seus direitos trabalhistas assegurados pelas Leis Trabalhistas tutelados pelo governo federal, e ainda aprimorar a qualidade da informação da seguridade social e das relações de trabalho.
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