Obrigatoriedade do código de barras para a emissão de nota fiscal eletrônica – Conheça a nova NF-e 4.0

O código de barras na emissão de nota fiscal eletrônica, conhecida como NF-e, é essencial para as empresas devido a uma obrigatoriedade que começou em 1 de julho e 2011 em todo o país.

A exigência vale para as operações de venda, mas também para entrada, remessa simples, transferência, entre outras.

As vantagens desse processo é que ele agiliza a compra de mercadorias, melhora a organização do estoque, reduz custos, elimina erros de digitação, diminui o tempo de parada de mercadorias nos postos fiscais e simplifica o envio de obrigações acessórias.

As organizações que ainda não possuem um sistema inteligente, que faça esse processo fiscal e contábil de forma segura e eficiente, podem apostar nessa opção.

Ele é capaz de fazer a gestão completa, garantindo a realização assertiva de todas as etapas que envolvem a tarefa.

Em 2018, porém, algumas mudanças com relação à emissão de nota fiscal eletrônica aconteceram e agora os empresários precisarão se adequar a elas.

O antigo modelo, o 3.10, foi desativado. O novo modelo é o 4.0, que tem prazo de adequação até 2 de abril de 2018.

 

O que mudou na emissão da nota fiscal eletrônica?

1 – Foi adicionado o campo “Operação presencial, fora do estabelecimento” relacionado às vendas ambulantes.

2 – O grupo “Rastreabilidade de produto” foi criado para as mercadorias sujeitas a regulações sanitárias e que devem ser rastreadas.

3 – “Fundo de combate à pobreza” é um novo campo que precisa ser preenchido nos casos de operações internas ou interestaduais com substituição tributária.

4 – O novo campo chamado “Grupo Total da NF-e” é onde deverá ser colocado o valor total do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI.

Ele também deve ser utilizado nas situações em que ocorrer a devolução da mercadoria pelos estabelecimentos que não contribuírem com essa taxa.

5 – O campo “Grupo X-informações do transporte da NF-e” passou a aceitar duas novas modalidades, o transporte próprio por conta do destinatário e o transporte próprio por conta do remetente.

6 – A área que chamava “Formas de pagamento” agora chama apenas “Pagamento” e nela foi acrescentado o valor do troco.

7 – O campo “Forma de pagamento do Grupo B” foi excluído.

8 – O novo campo chamado “Medicamento” deve ser preenchido com o código do produto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, (ANVISA), como remédios e matérias-primas farmacêuticas.

9 – Alguns campos relacionados a medicamentos foram retirados e agora eles integram o “Grupo Rastreabilidade de Produto”.

10 – O “Grupo LA” entrou para indicar os percentuais de mistura do GLP.

 

Apesar da obrigatoriedade do código de barras na emissão de nota fiscal eletrônica e também das novidades com relação à NF-e 4.0, é essencial que o empresário não só faça essa obrigação legal e as mudanças definidas, mas que também avalie a possibilidade de ter um sistema inteligente de gestão.

Ele é capaz de fazer uma administração completa dos processos, incluindo a parte fiscal e contábil que envolve a nota fiscal eletrônica.