Novidade Insoft: REINF

Sua empresa fatura até R$78 milhões? Então atente-se ao EFD Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais). A nova declaração faz parte de um dos módulos do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital)

Informações sobre a escrituração de rendimentos pagos e retenções dos Impostos IR (Imposto de Renda), CS (Contribuição Social) exceto aquelas relacionadas ao trabalho e informações sobre a receita bruta para a apuração das contribuições previdenciária farão parte da declaração.

A Reinf vem para substituir o módulo da EFD-Contribuições que apura a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB).

 

O que deverá ser informado na Reinf:

Esta nova escrituração está caracterizada pelo envio de eventos de informações e não possuirá validador para autenticar o arquivo.

As empresas enviarão arquivos por eventos em formato XML com a possibilidade de múltiplas transmissões em períodos distintos, de acordo com a obrigatoriedade legal, e não somente um arquivo único a ser enviado mensalmente como hoje é realizado no Sped Fiscal, Contribuições e Contábil.

 

Obrigatoriedade e Prazos de envio da Reinf

Todas as empresas pessoas jurídicas, inclusive as imunes e isentas, que prestam e contratam serviços realizados mediante cessão de mão de obra e que forem responsáveis pela retenção dos impostos (IR, CSLL, COFINS, PIS/PASEP e INSS), estão sujeitas à entrega da Reinf seguindo as datas estipuladas pelo governo:

  • No mês de maio de 2018: as pessoas jurídicas cujo faturamento no ano-calendário de 2016 tenha ultrapassado R$ 78 milhões devem entregar a Reinf no dia 20 de junho de 2018;
  • No mês de novembro de 2018: as demais pessoas jurídicas, incluindo contribuintes do Simples Nacional, devem entregar dia 20 de dezembro de 2018.

 

DCTF via WEB

A DCTF Web será a declaração responsável por gerenciar os arquivos recebidos dos contribuintes e enviados por meio da Reinf, e gerará a guia de pagamento dos tributos federais. Inicialmente terá a finalidade de emitir apenas a GPS, mas no projeto já está previsto gerar também as demais guias do Imposto de Renda Retido na Fonte e do PIS/PASEP, COFINS e CSLL.

Pontos de atenção com esta nova obrigação:

  • Verificar os cadastros de fornecedores e clientes com o objetivo de validar os dados de CNPJs e identificar a natureza jurídica que eles se enquadram;
  • Analisar quais serão os eventos da Reinf que a empresa deverá enviar e classificá-los por tipos de serviço fornecido e quais estão relacionados à retenção e cobrança de impostos (INSS, IR, PIS e COFINS);
  • Identificar as áreas a serem envolvidas no planejamento e adequação ao novo processo, departamentos de TI, jurídicos, logísticos, financeiro e fiscais, pois o trâmite das notas fiscais, principalmente dos serviços tomados, deverá ser realizado de forma a agilizar a escrituração e análise dos impostos retidos;
  • Identificar os recolhimentos dos impostos INSS e IR validando se os mesmos estão sendo recolhidos com datas de vigência corretas seguindo a emissão e/ou pagamento;
  • Pesquisar quais os serviços tomados/fornecidos pela empresa estão sujeitos às regras da Reinf e se existe necessidade de ajustes na emissão da nota fiscal, retenção dos impostos e especificação dos serviços.

 

SOLUÇÃO FISCAL IDEAL

Para organizar o grande volume de dados fiscais que as empresas devem enviar para a Receita Federal, é fundamental contar com a ajuda de uma solução tecnológica, evitando, assim, erros e possíveis multas. Um sistema de gestão empresarial integrado, também conhecido como ERP, é capaz de coletar dados fiscais de todas as áreas da companhia e organizá-los automaticamente.

Além disso, é importante avaliar, por meio desta ferramenta, a base de dados da empresa e as correções necessárias para atender as necessidades da EFD-Reinf. Ou seja, esse tipo de diagnóstico verifica as inconsistências na base em relação aos leiautes do EFD-Reinf. Como resultado, a ferramenta apontará um plano de ação.

A implementação de ERPs garante maior segurança na transmissão de informações, já que evitam erros e retrabalhos.

Entre em contato conosco, agende uma visita, tire todas as suas dúvidas sobre REINF e saiba como a Insoft pode ajudar a sua empresa nesse processo.

Descubra o que é o Simples Nacional e as suas vantagens para os pequenos empresários

O Simples Nacional é um regime tributário que veio para simplificar a vida dos micro e pequenos empresários.

Assim, é possível recolher todos os tributos em uma única guia e ainda arcar com alíquotas bem mais baixas do que aquelas aplicadas em organizações maiores.

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Sistema ERP para melhoria na prestação de serviços

Gerir entrada de equipamentos, prazos de entrega de serviços, com um acompanhamento etapa por etapa do que está sendo executado, são alguns fatores que auxiliam na qualidade do atendimento e na satisfação dos clientes.

Por isso, um software de ERP estruturado para o setor de serviços deve contemplar o acompanhamento de prazos e atividades, atualizar a situação sempre que a etapa anterior for concluída e permitir um gerenciamento simplificado do status de cada situação.

Algumas das situações são:

    • Gestão de tempo, planejamento estratégico e gestão de pessoas são funcionalidades que auxiliam na gestão de serviços;
    • Mapa de relacionamento – acompanhe desde a abertura até o fechamento da solicitação. O sistema também disponibiliza o mapa de relacionamento para gestão de projetos, e outras funcionalidades de acordo com sua necessidade;
    • Controle e gestão de Ordem de Serviço – essencial para todas as prestadoras de serviço;
    • Mobilidade – pedidos de compras, solicitações, dashboards e diversas outras funcionalidades na palma da sua mão;
    • CRM – ferramenta completa para gestão de clientes, fornecedores e colaboradores.

Outra ferramenta indispensável é a confecção automática de orçamentos com base nos serviços e valores informados no sistema ERP. Assim, sua empresa garante um padrão mínimo nos orçamentos, sem perder a flexibilidade necessária para a elaboração de projetos sob medida para os clientes.

Contar com um bom software de ERP é um diferencial competitivo que fará sua empresa lucrar mais com o mesmo esforço que já realiza em suas atividades cotidianas. Além disso, ele permitirá uma otimização no uso de seu capital de giro, nos recursos humanos e financeiros de sua organização e garantirá que ela esteja preparada tanto para enxugar custos, como para crescer com inteligência.

 

Por que contratar um ERP para Gestão de Serviços?

  • Melhorar o fluxo de informações
  • Facilitar a geração de relatórios gerenciais
  • Otimizar processos
  • Eliminar redundância de atividades operacionais
  • Reduzir custos
  • Aumentar a receita
  • Integrar as operações de todas as áreas da empresa
  • Agilizar processos e gerar mais produtividade
  • Controle de equipamentos recebidos
  • Tempo de serviço prestado por técnico
  • Proposta personalizada
  • Reserva de produtos
  • Solicitação interna
  • Workflow customizável

 

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TIPOS DE NOTAS FISCAIS: O que são e quando emitir?

A nota fiscal eletrônica tem como função registrar uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, realizada por uma empresa, para fins de recolhimento de impostos e fiscalização. Ela é emitida e armazenada eletronicamente.

O principal objetivo da NF-e é utilizar um único modelo nacional de documento fiscal eletrônico, tanto em operações de circulação de mercadorias como de prestação de serviços.

Vamos entender melhor os tipos de notas fiscais existentes na legislação brasileira.

 

Nota Fiscal de Venda de Produto (NF-e)

A nota fiscal eletrônica de venda de produtos (NF-e) registra a operação de faturamento/venda de produtos de sua empresa.

Você deverá emitir a NF-e e também garantir que, na entrega, seja enviado o DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica).

Ele é uma representação gráfica simplificada da NF-e e deve conter a chave de acesso da NF-e, permitindo ao cliente consultar as informações na Internet e acompanhar a mercadoria em trânsito.

 

Nota Fiscal de Serviço

Como o próprio nome já diz, as Notas Fiscais de Serviço (NFS-e) se destinam a registrar operações de serviço.

Em uma assistência técnica de computadores, por exemplo, deve ser emitida uma NFS-e para identificação dos serviços realizados no equipamento.

 

NF-e Complementar

A Nota Fiscal Complementar é emitida para acrescentar dados e valores que não foram originalmente informados no documento fiscal.

A legislação define essa possibilidade em alguns casos, como:

  • Na exportação, se o valor resultante do contrato de câmbio acarretar acréscimo ao valor da operação constante na Nota Fiscal
  • Na regularização em virtude de diferença no preço, em operação ou prestação, ou na quantidade de mercadoria
  • Para lançamento do imposto, não efetuado em época própria, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal.

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Indústria 4.0

 

O que é indústria 4.0?

É um conceito de indústria proposto em 2012 por empresários da Alemanha e que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. A partir de Sistemas Cyber-Físicos, Internet das Coisas e Internet dos Serviços, os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.

Isso significa um novo período no contexto das grandes revoluções industriais. Com as fábricas inteligentes, diversas mudanças ocorrerão na forma em que os produtos serão manufaturados, causando impactos em diversos setores do mercado.

Essa revolução é impulsionada pelo avanço das tecnologias de comunicação e informação, e também pela fusão entre o mundo real e a realidade virtual. A combinação desses fatores está transformando os processos industriais tradicionais, e levando a um movimento de desenvolvimento.

 

Que características tem?

  1. Flexibilização da linha de produção

Essa característica, também chamada de modularidade, possibilita que qualquer tarefa da linha de produção seja modificada de imediato.

Com o acoplamento e desacoplamento automático de diferentes módulos, a empresa pode fabricar um item diferente do outro em sequência, sem a necessidade de reconfigurar todo o processo.

Na prática, isso significa que a produção pode ser otimizada de acordo com a demanda, além de criar a possibilidade de customizar totalmente a mercadoria.

  1. Descentralização do trabalho

A máquina não vai depender do elemento humano para operar. Ela vai ser controlada por um sistema ciberfísico, que recebe a informação de como o equipamento está funcionando e comanda a produção em tempo real.

  1. Alta velocidade no recebimento e análise de dados

Toda informação gerada pelo equipamento não vai precisar ser coletada e avaliada de forma convencional. Isso será feito automaticamente pelo sistema, criando um efeito imediato.

  1. Virtualização

A indústria inteligente terá também uma cópia virtual. Trata-se de uma rede de sensores presentes nas máquinas e na planta da fábrica. Ela permite a obtenção remota de informações, bem como a observação e controle indireto do ambiente.

Com isso, será possível:

  • Poupar tempo;
  • Reduzir a quantidade de erro;
  • Tomar decisões mais acertadas.

 

Aspectos relevantes

Um dos maiores impactos previstos por especialistas quanto à Quarta Revolução Industrial está relacionado ao mercado de trabalho e à oferta de mão de obra. A tendência é que as posições de trabalho que exijam esforços manuais e repetitivos sejam, aos poucos, substituídas pela mão de obra automatizada, realizada por meio de máquinas e robôs. Dessa forma, os profissionais passarão a ter um papel mais estratégico dentro das empresas e ocuparão cargos em que o conhecimento técnico não será considerado um diferencial, mas uma competência necessária para que as funções sejam exercidas.

Outro ponto a ser transformado pela Indústria 4.0 está ligado à criação de novos modelos de negócio. A customização prévia de produtos por parte dos consumidores, que lentamente é adotada pelas empresas devido ao aumento dos custos e processos de manufatura, será um dos serviços que mais ganharão com essa nova era da indústria. Como as máquinas contarão com sistemas inteligentes, a capacidade de permitir a personalização de acordo com as preferências dos clientes será elevada, que torna a experiência do consumidor e o relacionamento com as empresas ainda mais próximo e forte.

Saiba mais sobre o eSocial

1. O que é o eSocial Empresas?

É um novo sistema de registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores. De forma padronizada e simplificada, o novo eSocial empresarial vai reduzir custos e tempo da área contábil das empresas na hora de executar 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Todas as informações coletadas pelas empresas vão compor um banco de dados único, administrado pelo Governo Federal, que abrangerá mais de 40 milhões de trabalhadores e contará com a participação de mais de 8 milhões de empresas, além de 80 mil escritórios de contabilidade.

2. Como vai funcionar, na prática, o sistema?

Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial. Todos esses dados, na verdade, já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. No entanto, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único. Todos esses dados, obrigatoriamente, serão enviados ao Governo Federal, exclusivamente, por meio do eSocial Empresas. Continue lendo Saiba mais sobre o eSocial

3 erros de controle financeiro e como evitá-los

Obter uma gestão financeira eficaz é de grande importância para qualquer empresa.

Planejamento e organização devem ser as palavras de ordem para que as operações prosperem e o empresário evite dores de cabeças desnecessárias, ou, ainda, tenha a triste tarefa de anunciar o fechamento das portas. Afinal de contas, sem o correto controle do dinheiro que entra e sai do negócio, fica cada vez mais difícil trilhar o caminho correto rumo ao sucesso empresarial.

Para não ter esse dissabor, deve-se estar atento à prevenção de alguns erros comuns nas finanças de diversas pequenas e médias empresas. Fique ligado e veja como evitar:

 

1-   Falta de controle de estoque

O produto oferecido por sua empresa é o principal gerador de renda para manter o negócio em ascensão. Portanto, são grandes as chances de prejuízo se não houver controle de estoque. Atente-se para não deixar muitos itens parados ou em falta.

No primeiro exemplo, a companhia acumulará perdas financeiras por ter produto estagnado na prateleira, enquanto no segundo perderá vendas. O ideal é equilibrar, mantendo a quantidade adequada de produtos conforme a demanda.

 

2-   Não registrar as operações realizadas

Não manter o hábito de registrar todas as operações do negócio é bastante comum entre os gestores brasileiros – sobretudo àqueles que controlam micro e pequenas empresas. Embora pareçam inofensivos, esses valores se acumulam e quanto maior é o número de operações, maior é o valor total.

Muitas vezes, pequenos gastos são deixados de lado pelo negócio, indo desde os pequenos descontos em operações bancárias até valores diferentes de caixa.Isso atrapalha a gestão financeira porque, ao serem ignorados, esses gastos impedem que as contas fechem adequadamente.

Por isso, o melhor é fazer o registro, inclusive no fluxo de caixa, de todos os gastos, por menores que sejam.

A gestão financeira consiste na aplicação de técnicas e uso de ferramentas que ajudem a controlar as finanças do negócio. É essa gestão a responsável por diagnosticar a saúde financeira do negócio, assim como por garantir que o negócio disponha dos recursos necessários para proceder.

 

3-   Não ter um sistema de gestão

Não utilizar um sistema de gestão no dia a dia é um dos erros mais comuns na gestão financeira de uma empresa – não importa o seu tamanho. A falta desta ferramenta faz com que o gestor desconheça os detalhes das operações e processos do seu próprio negócio, aumentando exponencialmente as chances de erros e dificuldades em todos os setores da empresa.

Por isso, quando o assunto é controlar o fluxo de caixa e os serviços oferecidos aos clientes, nada melhor que um sistema de gerenciamento financeiro, como o sistema SGE – que permite aos usuários realizar o monitoramento das mais diversas informações inerentes à gestão financeira do negócio. Conhecer e controlar corretamente estes dados permite ao gestor reconhecer eventuais problemas e até mesmo oportunidades, ajudando a empresa a crescer ao longo do tempo.

Além de atuar no presente, a gestão também é feita com olhos no futuro, de modo que ajude a segurança e robustez do empreendimento.